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Maumere, Flores, Indonesia; pé na jaca!

Tava demorando… 33 dias no barco fazendo de conta que sou uma pessoa séria… Na primeira semana, o Brian me perguntou o que eu gostava de beber e eu respondi: água! Toc toc toc… Cara de pau!

Dia 21, sábado, ancorados em Maumere, Flores, em frente a um resort. O resort organizou um churras a noite e nós fomos.

Churras – nada a ver com o que eu aprendi desde pequena no Brasil… Churras no resto do mundo significa que a carne, ou melhor, a salsicha, o frango ou o peixe é assado na grelha, que não precisa ter carvão.

Lá chegando, encontramos a Sarah do Double Time, outro veleiro do Rally.

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Sarah é o máximo, hiper divertida, adoro ela. Bebe cerveja como se fosse água. Então começamos os trabalhos… No começo tava tudo bem, até que me apresentaram a bebida local, típica da Indonésia, feita da folha do coqueiro… Palm Wine!! É muito barato, IDR$ 15000 a garrafa! Comprei logo três!

Eu e o Troy começamos a beber e tivemos a incrível idéia de embebedar a Lisa 😉 Frase patética: pode beber, não se preocupe que tomamos conta de você! Até hoje ela tá rindo da minha cara.

Dei um show. Não lembro como voltei pro barco, mas todo mundo lembra. Entrei no dingi de cabeça e fiquei com as pernas pro ar, plantando bananeira. Chegando no barco, desmaiei no sofá, ronquei que nem um porco e pra minha desgraça, se não bastasse todo mundo lembrar, gravaram meu ronco! Fizeram um filme!!!! Parece um barco local passando do lado… Horrííível… NUNCA MAIS EU BEBO NA VIDA!

Pra completar, no dia seguinte amanheço na rede. Quem pôs a rede e como eu subi nela (é alta pra kct…) é o grande mistério do Furthur. Eu não faço a menor idéia. Amnésia total.

Fiz tanto sucesso que o pessoal de outros barcos ficam me pedindo as fotos da minha câmera.

Não, não vou postar nenhuma foto minha… Tem coisa que é melhor não lembrar 😉

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